quinta-feira, 28 de abril de 2011

Vamos estar no «Festival Cravos de Abril»

A Tertúlia Liberdade estará presente no «Festival dos Cravos de Abril» com o seu stand, na sexta-feira, 29 de Abril, no Jardim de S. Pedro de Alcântara, para dar a conhecer as suas actividades, projectos e ideias anti-capitalistas. Participa!



Consulta programa do festival aqui: http://associabril.blogspot.com/




mais um debate no RDA69

Quinta feira dia 28 de Abril prossegue o ciclo de debates « O que queres fazer da puta da tua vida». Como sempre nas ultimas quintas feiras do mês lá estaremos no RDA69 a partir das 21.30h para falarmos de projectos, sonhos, impasses e muito mais. Tudo o que cada um(a) queira abordar.


CONTAMOS CONTIGO

Aparece na Rua Regueirão dos Anjos n.º 69

segunda-feira, 18 de abril de 2011

convidamos actores e actrizes

Grupo de Teatro de Intervenção com espaço e farsa inédita sobre banca e política convida actores/actrizes. Contactos: alexwallis@hotmail.com jlffelix@yahoo.com.br moddob@gmail.com 963304286 966201172 922025297 214039104

sexta-feira, 1 de abril de 2011

pela Palestina, pelos povos oprimidos incluindo o povo português



Na próxima 4ª feira, 6 de Abril, entre as 18 e as 20H., no Largo de S. Domingos, como todas as primeiras quartas-feiras de cada mês, realiza-se por iniciativa da Tertúlia Liberdade, uma concentração pelo povo da Palestina e por todos os povos oprimidos e explorados, INCLUINDO O PORTUGUÊS. Povos que se encontram submetidos a violenta repressão por parte do estado israelita, como por todos os estados e pelo capital. Convidamos-vos a participarem nesta acção de solidariedade e informação.

É chegado o momento de gritar basta! Vamos para a rua protestar, informar, dialogar e estabelecer laços de cooperação. Expressemos a nossa indignação e solidariedade.

segunda-feira, 28 de março de 2011

Conversa «Geração à Rasca»

Como habitualmente nas ultimas quintas feiras do mês a Tertúlia Liberdade vai dinamizar no espaço RDA 69 mais uma conversa do ciclo «Que queres fazer da Puta da tua Vida?». O tema será desta vez a «Geração à Rasca» Aparece, participa no jantar e fica para a conversa.

RDA – 69 R. Regueirão dos Anjos nº69, Lisboa

quarta-feira, 9 de março de 2011

O POVO ENRASCADO E OS PODERES RASCAS

Perante a brilhante iniciativa da “geração à rasca”, parece oportuno chamar a atenção para outras “rasquices” por cá existentes.
De facto, não é só essa geração que, uma vez terminados os estudos, se encontra sem emprego, com trabalho precário ou em actividades totalmente diferentes da sua formação académica. Na realidade a grande maioria do povo português encontra-se completamente à rasca. É este o caso de outros jovens que, provenientes de famílias pobres, não tiveram a mínima possibilidade de se dedicarem ao estudo. Desde muito jovens, quase crianças, que buscam emprego, uma qualquer saída que permita a obtenção dos recursos mínimos que lhes assegurem a sobrevivência no seio desta sociedade competitiva e exigente, onde os apelos ao consumismo, ao “cartão jovem” e outras manobras políticas, não têm a mínima correspondência com a realidade profissional em que se procuram integrar.
O que lhes aparece é o trabalho, sempre precário e mal remunerado, destinado aos pobres. Vão para as obras ou para as fábricas que ainda restam, “aprender um ofício” e trabalhar duramente sob ritmos brutais. Empregam-se em lojas, supermercados, pizarias, hotelaria, pequenas oficinas, em mil e um negócios e expedientes, onde são explorados até ao tutano, onde nem sequer a esperança lhes resta. A obrigação é trabalhar arduamente e obedecer, recebendo o ordenado mínimo ou ainda menos. São muitas centenas de milhares de jovens, de que pouco se fala, que, tal como os seus antecessores, se arrastam em busca da pretensa felicidade consumista prometida pelos políticos e media dominantes, mas que jamais chega.
Mas, além destes, temos os seus pais, cansados e desiludidos por um trabalho estupidificante, mal pago e em grande parte vitimas da precariedade, quando não do desemprego. Na maioria, vivem em casas antigas da cidade maior ou em subúrbios distantes, que lhes acrescentam 2 a 3 horas diárias de labor, ou mais, ao volante em filas sucessivas ou transportes públicos superlotados. A sua existência está permanentemente condicionada pelo garrote das prestações mensais, sobretudo da casa e muitas vezes do carro, que lhes levam uma enorme fatia do rendimento. O tempo para o lazer, a cultura, o divertimento, a família, a intervenção social e as amizades, é mínimo. Resta a bola e a senhora de Fátima., como escape quotidiano. Os mais velhos, já reformados, sobrevivem na maioria com reformas miseráveis, que são, em grande parte, encaminhadas para os laboratórios farmacêuticos e tratamentos que lhes mantém uma triste existência.
É esta a realidade da maioria da população à rasca, nas condições de vida degradantes determinadas pelos políticos e capitalistas que subjugam o país. Estes poderes rascas, exímios sucessores da “pátria de negreiros” que fomos, mantém a mesma mentalidade de poder autoritário, exibicionista e ignorante, perante um povo que dominam sem vergonha com métodos propagandísticos e repressivos dignos dos senhores de escravos seus antecessores.
Semelhantes poderes rascas estabeleceram um consórcio infame entre o capital e a política, saltando de um lado para o outro sem qualquer vergonha. É uma prática corrente a recruta dos políticos do poder nas maiores empresas e, retirados dos postos de comando, correrem a albergar-se na direcção dessas mesmas empresas. As fraudes, desvios, burlas e trapaças de toda a ordem, fazem parte do cardápio dos privilegiados do mando e dos “grandes” empresários. A fuga aos impostos, através de off-shores, incluindo o da Madeira, e mil e um expedientes, é não só permitida como encoberta. E, se por acaso, algum escândalo maior é posto a nu, logo a justiça se encarrega de encobri-lo através de meras questões formais. No caso dos pobres e trabalhadores, deparamos com uma situação completamente diferentes. Títulos e vozearia estridente, tratam de estigmatizar um pobre que roubou um saco de laranjas, um desempregado que recebeu um subsídio indevido., ou um morador num bairro pobre, apodado de “problemático”. A mentalidade dos negreiros de há dois séculos persiste entre os grupos dominantes, que se pavoneiam e intrigam entre futilidades e gastos sumptuários, face a um povo pobre, trapaceado, anestesiado e enrascado. Só a luta e a auto-organização dos explorados poderá mudar esta situação.

sexta-feira, 4 de março de 2011

primeira quarta-feira do resto dos nossos meses

Decorreu, entre as 18 e as 20 horas da primeira quarta-feira do mês de Março, a concentração para comemorar e homenagear os povos em luta pela liberdade. Estiveram presentes as organizações PAGAN (Plataforma Anti-Guerra Anti-Nato) e os Ritmos da Resistência. A importância do acontecimento mediu-se pelo esgotamento dos panfletos reproduzidos para a ocasião e pelas inúmeras conversas cruzadas, propiciadoras de projectos a concretizar em breve.

Dia 6 de Abril para a mesma hora está marcado novo encontro. Será um prazer encontrarmo-nos outra vez.